Categoria: Exposições

  • 3º Festival Vórtice

    3º Festival Vórtice

    Em 2024, Rod RAS participou do 3º Festival Vórtice, na Vórtice Cultural, em São Paulo — edição em que recebeu o prêmio de Melhor Artista, o primeiro reconhecimento registrado em seu CV.

    O reconhecimento coroa um ano de participações intensas do artista em mostras coletivas — seis ao todo em 2024. No festival, sua produção bordada em fios metalizados — naquele período centrada na série Santos e nos autorretratos de Shibari & Flowers — encontrou um contexto afinado com temas de corpo, desejo e diferença. São obras em que a lentidão do ponto a ponto do bordado encontra a urgência dos temas, e a premiação ampliou a circulação de uma obra hoje presente em coleções privadas de 20 países.

    Exposição coletiva em Vórtice Cultural, São Paulo/SP, 2024.

  • Falo de Erotismo 1ª edição

    Falo de Erotismo 1ª edição

    A primeira edição do Falo de Erotismo aconteceu em 2024, na Vórtice Cultural, em São Paulo, marcando a estreia de Rod RAS em um projeto do qual participaria em todas as edições realizadas até 2025, num ano que somou seis mostras coletivas em seu CV, entre São Paulo e Rio de Janeiro.

    Dedicada ao erotismo, a mostra oferecia um espaço preciso para a pesquisa do artista, que usa o bordado livre para representar o corpo masculino, o desejo e a vulnerabilidade — temas que percorrem séries como Santos e Shibari & Flowers e que atravessam toda a sua produção, feita de camadas de fio, de tempo e de memória, em que o manual encontra o autobiográfico.

    Exposição coletiva em Vórtice Cultural, São Paulo/SP, 2024.

  • Ménage 3

    Ménage 3

    Em 2024, Rod RAS integrou também Ménage 3, exposição coletiva na Vórtice Cultural, em São Paulo — um entre vários projetos do artista no espaço naquele ano, quando a Vórtice reuniu três das suas seis participações em mostras.

    O título sugere encontros e relações fora da norma, campo em que a obra de Rod RAS se move naturalmente: o desejo gay, a multiplicidade do corpo e o imaginário queer são matéria-prima do seu bordado, do Minotauro de Pirenópolis à série Santos, então em produção. São bordados que unem a delicadeza da técnica à força dos temas, numa produção que nasceu do autorretrato e se expandiu ao longo dos anos para figuras míticas e para a paisagem brasileira.

    Exposição coletiva em Vórtice Cultural, São Paulo/SP, 2024.

  • Queereres

    Queereres

    Em 2023, Rod RAS participou de Queereres, exposição coletiva na Paradoxo Casa Atelier, no Rio de Janeiro — seu primeiro registro de participação no espaço, ao qual retornaria em 2026, na mostra Sauna Gay Satanista.

    O ano de 2023 corresponde, na produção do artista, a obras das séries Minotauro de Pirenópolis e Shibari & Flowers — bordados em que mito, corpo e desejo se entrelaçam sobre a tela, feitos em fios metalizados e de algodão. Uma mostra reunida sob um nome que brinca com a palavra “queer” é ambiente natural para uma pesquisa que parte da vivência de um homem gay. As participações daquele ano inauguram uma circulação que não parou de crescer desde então.

    Exposição coletiva em Paradoxo Casa Atelier, Rio de Janeiro/RJ, 2023.

  • Muito Além da Parada

    Muito Além da Parada

    Em 2023, Rod RAS integrou Muito Além da Parada, exposição coletiva na Objectos do Olhar, em São Paulo — sua única mostra na cidade registrada naquele ano, dentro de um período que marcou sua estreia em exposições coletivas, com três participações coletivas no total.

    O título evoca a parada LGBT e sugere uma arte que ultrapassa a celebração pontual da rua: vai ao encontro de uma pesquisa como a de Rod RAS, para quem a afirmação identitária é trabalho contínuo — pontos de bordado sobre culpa, estigma e aceitação, não apenas festa, costurados na durabilidade do fio. É também nesse registro que seu autorretrato ganha força política — não como bandeira de partido, mas como presença.

    Exposição coletiva em Objectos do Olhar, São Paulo/SP, 2023.

  • Erotic

    Erotic

    Erotic, na OLugar Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro, foi, em 2023, a primeira participação registrada de Rod RAS em uma exposição coletiva — ponto de partida de um CV que, três anos depois, já soma dezoito mostras em três estados.

    O título já indicava o território: o erotismo como tema legítimo da arte. Para um artista que borda o próprio corpo despido e o desejo entre homens, a mostra foi um lugar de inscrição precoce — sua pesquisa, ainda centrada em Shibari & Flowers e Minotauro de Pirenópolis e feita em fios metalizados e de algodão sobre tela, já carregava os eixos que a definem até hoje: corpo, desejo, culpa e aceitação.

    Exposição coletiva em OLugar Arte Contemporânea, Rio de Janeiro/RJ, 2023.

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